19 de julho de 2008
O caminho para o Tetra...
30 de maio de 2008
Dias complicados...
14 de novembro de 2007
Bad Karma
28 de setembro de 2007
Parabéns!
20 de setembro de 2007
2.627.529
5 de setembro de 2007
Bitaites
23 de agosto de 2007
Entras na "geração mudasti"?
Um dia, ele estranhou. De onde vinham palmas, incentivos e gritos de júbilo, começaram a chegar, com maior frequência, apupos e raivosos insultos. Postiga, pelos vistos, julgou que não eram para ele. Afinal, o que aqueles tipos, que viam os jogos das bancadas, podiam perceber de futebol? Ele não marcava golos? E isso não chegava? Com estes pensamentos reconfortantes, Postiga continuou na sua curva exibicional descendente. Só ele é que não se apercebia. Até um dia em que se sentou no banco. E depois disso, fora dele, vendo o jogo junto daqueles tipos, nas bancadas, que nada percebiam de futebol. A porta de saída foi escancarada. A guia de marcha carimbada. Mas, como em todos os contos de fadas, o autor da história teve pena de um final infeliz. É que, não sei se já vos disse, mas eu gosto de Postiga. E, como eu, muitos outros. Assim, nesse conto de fadas em que tudo pode acontecer, Postiga teve (mais) uma oportunidade.
31 de julho de 2007
Director de comunicação
Caber-lhe-á dirigir o departamento de comunicação, assumindo-se como porta-voz oficial do clube. Essa área estava por ocupar e ganha agora um elemento experimentado. De resto, como escreveu O JOGO há dias, os portistas vão refrescar o modelo de comunicação, adoptando um relacionamento mais aberto. De acordo com o que está previsto, além do treinador, também um jogador deverá dar uso à sala de Imprensa. Rui Cerqueira, co-autor do livro sobre Jorge Costa, passará a ser o rosto dessa nova política, juntando-se aos elementos que já faziam parte desse sector específico.
10 de julho de 2007
Pepe, el central perfecto!
Não sei se ria se chore, com a venda de mais um dos intocáveis do plantel. Procurando ser realista, atendendo aos números envolvidos, seria difícil ao Porto não ceder a tanto dinheiro. É, sem dúvida, mais uma venda só alcançável, cá no burgo, pelo Porto. Ponto prévio e que não merece a mínima discussão. Os outros bem que tentam impingir centrais, médios ou extremos e ninguem lhes pega. Mas, com o mal dos outros posso eu bem e, confesso, a perda de Pepe, pese o dinheiro envolvido, parece-me dificíl de ser colmatada. Podia munir-me de números e estatísticas, para destacar a importância crescente do brasileiro na equipa portista, mas basta ver como a "Marca", jornal espanhol tido como próximo dos merengues, se refere à nova contratação do Real Madrid: "Pepe, el central perfecto"!8 de julho de 2007
Entrevista de Jesualdo Ferreira
Uma maior utilização do 4-4-2 pode ser a novidade da época, pelo menos foi o que de mais importante resultou da primeira conferência de imprensa de Jesualdo Ferreira após a semana inicial da pré-temporada.
P Depois de uma semana de trabalho qual é a ideia que tem acerca do plantel?
R Foi uma semana dura, os jogadores estão cansados e procurámos fomentar algum reforço muscular. O trabalho é contínuo e sem fugir das estruturas que o clube tem, uma equipa base que foi campeã. O jogo com o Tourizense foi apenas um treino, cujo objectivo era permitir mais minutos de trabalho, neste caso já com questões de natureza táctica. Terminou bem a primeira fase de trabalho e o estágio na Holanda terá características diferentes, de natureza táctica e com o objectivo de subida gradual de forma.
P Tendo também em conta a possibilidade de perdas de jogadores, há lugares ainda por preencher?
R Estamos a viver um período difícil ao nível do futebol internacional. Há competições a decorrer e nem sabemos se são de fim de época ou de princípio. Portanto, foi necessário organizarmo-nos de maneira a podermos ter as melhores condições. Há um conjunto de assuntos que vocês gostariam de saber, mas que com o tempo serão devidamente esclarecidos. Não faz sentido estar a falar neste momento de situações que não são definitivas. Para já é este o grupo de jogadores que vai para a Holanda e esperamos, para encerrar as perguntas seguintes, que até ao dia da primeira competição, a 11 de Agosto, possamos ter praticamente definido do plantel.
P Depois da saída do Anderson, incomoda-o poder perder jogadores como Lucho e Quaresma?
R Não vou fazer comentários. Não vou falar de coisas que podem nem acontecer. Neste momento essas questões não têm resposta porque não existe nada para responder.
P Mas o FC Porto está preparado para a possibilidade de perder Quaresma ou Lucho?
R Por é que dizem Quaresma e Lucho? Podem ser outros. Pepe, Bosingwa... O FC Porto foi campeão nacional, fez uma boa Liga dos Campeões e os seus jogadores saíram fortemente valorizados. Mas o FC Porto tem capacidade para poder resolver questões que venham a colocar-se, de saídas.
"Nem podemos dizer que o grupo está definido"
P Tendo ainda em conta a saída do Anderson e a entrada dos novos jogadores, considera que a equipa está mais forte ou mais fraca, com mais ou menos soluções?
R Para já, e antes que me façam a pergunta, gostaria de dizer que este é o plantel do FC Porto, como era no ano passado, e não é o plantel do Jesualdo Ferreira, como também diziam que na época passada era o plantel de Co Adriaanse. O que definimos foi uma filosofia quanto à política de aquisições, respeitando uma concepção clara que existe no clube. O que vamos fazer é operacionalizar tudo isso. A equipa mantém a estrutura base, com excepção do Anderson, e por isso é sobre ela que vamos trabalhar. Aquilo que perspectivámos em relação ao mercado, e aos nosso objectivos, está a ser cumprido. Gostaria que não dissessem que este plantel é meu, não faz sentido. O que faz sentido compreender é que há jogadores com contrato, preocupações financeiras, estratégias definidas do ponto de vista global do clube e um conjunto de situações que não são alteradas porque se pretende. Há que seguir as regras e os princípios, que o FC Porto tem. Não podemos nem sequer dizer que temos o plantel definido, porque não temos cá todos os jogadores. Faltam-nos jogadores.
P Já se percebeu que não quer falar muito da composição do plantel, mas, ainda assim, deixaria sair Jorginho?
R O Jorginho está cá, tal como estão outros jogadores, num total de 24. Não vou individualizar qualquer assunto.
Mario Bolatti foi a contratação mais difícil que o FC Porto protagonizou até agora e, por via desse facto, fez aumentar consideravelmente a expectativa acerca do argentino. O médio trabalha no Olival há uma semana e Jesualdo Ferreira já ficou com uma ideia mais concreta do que vale. "É um médio-centro típico, um número seis, que na Argentina é cinco. Tem características físicas muito fortes e boas do ponto de vista do futebol europeu. É um jogador que tem de fazer uma progressão táctica e a adaptação social a um clube novo e a uma realidade competitiva nova. É esta a base de partida do Bolatti", explicou.
28 de junho de 2007
Equipamentos 2007/08

O equipamento alternativo parece-me uma excelente escolha, pela adopção do branco como a cor principal, fugindo um pouco ao colorido que tem travestido os equipamentos alternativos do Porto nas últimas épocas. Se nos lembrarmos que um clube sediado na capital vai ter o equipamento alternativo em cor-de-rosa, até acho que tivemos muita sorte.

Estádio do Dragão
lado, em centenas e centenas de estádios, quem é que eles haveriam de escolher? Pois, o fantástico ESTÁDIO DO DRAGÃO! O único a ser presenteado com tal honraria.Confiram e orgulhem-se. Afinal, também isto serve de prova da grandeza granjeada pelo Porto, a nível planetário.
13 de junho de 2007
Novas funções de Baía
Está desvendado o mistério, que alguns alimentaram como se de um tabu se tratasse. 20 anos de carreira que terminam no campo, onde recolheu o respeito a admiração de adeptos e adversários, mas continuam no seu cube do coração. Empossado agora na qualidade de director, Vitor Baía pretende dar seguimento ao brilhantismo patenteado por essa Europa fora. Hoje, ladeado pelo grande presidente PINTO DA COSTA, no Estádio do Dragão, VITOR BAÍA explicou que não foi uma decisão fácil, esta de pendurar as chuteiras. O agora responsável como Director das Relações Externas da FC Porto SAD pretende estar "à altura das responsabilidades do clube", proferiu, evidenciando alguma emoção na hora do adeus. 10 de junho de 2007
Campeões!

9 de junho de 2007
Novos equipamentos
7 de junho de 2007
Helton

4 de junho de 2007
Entrevista do Mister!

”Não senti da parte de ninguém que o FC Porto não seria campeão. Sabíamos que o jogo com o Aves tinha corrido relativamente bem na 1.ª parte. Sentíamos alguma ansiedade que foi controlada com o golo, o golo do Aves não me pareceu que tenha perturbado a equipa. Foi apenas pedido ao intervalo, de grande intensidade, que jogassem bem e que confiassem nas suas capacidades.”
”Herdei uma equipa que era do FC Porto, não era do senhor Adriaanse, seguramente com jogadores que terão sido escolha do senhor Adriaanse. 70% dos jogadores não são jogadores que tenham sido escolhidos pelo treinador, é uma situação normal. Vamos ser acima de tudo sérios na forma como abordamos as coisas. O que eu encontrei foi uma equipa campeã, que tinha feito um trajecto bom no ano anterior, uma equipa que tinha um modelo assegurado pelo seu.”
”Não é normal uma equipa fazer tantos jogos com 2 derrotas (Arsenal e Braga) num contexto de 20 jogos, 14 mais 6 jogos. Perdemos duas vezes em que os jogadores tiveram 4/6 semanas de trabalho em conjunto. Foram jogadores que foram capazes de apanhar com alguma facilidade o que se pretendia. O senhor Adriaanse fez um bom campeonato, ganhou a taça e fez uma má Champions. Era um treinador extremamente rigoroso e havia uma equipa de ataque, tudo o que fosse contrário a isto seria por baixo. A primeira volta foi melhor que a primeira volta do senhor Adriaanse, o sistema foi sempre posto em comparação, a verdade é que chegamos ao fim e marcamos mais golos que no tempo do senhor Adriaanse. O que foi mais importante foi termos passado a fase de grupos e discutir com o Chelsea até 10 minutos do fim passagem aos quartos-de-final. O FC Porto foi campeão, passou aos oitavos e num quadro de 2 anos foi duas vezes campeão, ganhou uma taça e foi aos oitavos de final da Champions, isso é que foi importante.”
Arbitragens”A arbitragem de Leiria retirou-nos a possibilidade de ganhar aquele jogo, dificilmente as outras equipas poderiam chegar a nós. Há uma análise de um assistente que já tinha alguma coisa com o próprio Quaresma no passado e aconteceu um golo em cima do mesmo assistente onde não existiu qualquer falta (falta idêntica à do Fucile sobre o Simão que deu origem ao golo do Benfica, as tais faltas impensáveis). O que aconteceu em Leiria e na Luz, as únicas vezes que falei de arbitragem, é que não falei porque tivesse de justificar nada. Para investigar não é necessário que sejam dados recados de ninguém, tem a ver com a forma como o jogo foi apitado. Deviam ver aquele jogo, deviam investigar bem. De facto, durante muito tempo, e nós fomos aguentando… e quero recordar que na Luz, que era o jogo decisivo na perspectiva da comunicação social, o FC Porto levou com um amarelo aos 2 minutos Bruno Alves e o Simão aos 4 não foi punido. É muito fácil chegar ao jogo com o Sporting e dizer que o FC Porto perdeu porque o treinador foi incompetente. Limitei-me a fazer uma observação. No fim do jogo com o Benfica não falei de arbitragem, só disse que o golo do Benfica foi fora-de-jogo.”
O colo do FC Porto
Imprensa
Apito Dourado
Bebés chorões!
1 de junho de 2007
Época 2007/08

Antes que se vendam mais dois ou três dos jogadores nucleares, e o artigo fique desactualizado, importa começar a pensar em 2007/08, a época de novo ataque ao tri, que ficará mais difícil, digam o que quiserem, com a saída de Anderson. Com Jesualdo Ferreira no banco, como é que será a constituição do plantel?
Guarda-redes: Helton é indiscutível. Ponto. Os outros serão apenas e só para fazer número. Com a anunciada saída de Baía para outras funções, ficará Paulo Ribeiro e um 3º, que para mim seria Ventura. Assim como assim, não é para jogar mesmo, aposta-se na prata da casa e dá-se algum traquejo ao míudo. Composição: Helton, Paulo Ribeiro e Ventura.
Defesa: Indiscutíveis Pepe, Bruno Alves, Pedro Emanuel, Bosingwa, Fucile e Cech. Fica Lino e saíam, quanto a mim, Ricardo Costa (e já vais tarde), Mareque (espero que tenhas gostado do clima) e João Paulo (atraiçoado pelas lesões, pois acho-o bom jogador). Fica a faltar um central. Sugestões? Eu apostava em Rolando ou Nivaldo, ambos do Belenenses. A SAD, só para chatear, há-de ir buscar o Devic ao despromovido Beira-Mar. Composição: Bosingwa, Fucile, Pepe, Bruno Alves, Pedro Emanuel, Lino, Cech e outro central.
Meio-Campo: Muitos galos para poucos poleiros. Gosto de Andres Madrid e Kaz e acredito que ambos teriam condições para jogar no FCP. Mas, onde? É que temos Paulo Assunção, Lucho, Raul Meireles e Ibson. E é uma pena, quanto a mim, desperdiçar o talento de Ibson que, apesar das notórias oscilações de Lucho, nunca chegou a ser opção por parte de Jesualdo. Castro, ao que tudo indica, fará parte do plantel. Paulo Machado, pelos vistos, será novamente usado como moeda de troca. E quem para o lugar de Anderson? Um jogador de características idênticas, ou opta-se por dotar o meio campo de maior consistência física? E o que fazer a Jorginho, que nunca se impôs no plantel portista? Composição: Paulo Assunção, Raul Meireles, Lucho e mais alguns, a escolher do leque de opções internas.
Ataque: Para as alas, nada melhor do que comprar uma via verde, dar guia de marcha e desejar boa viagem ao Alan. Quaresma e Lizandro, apesar de algumas oscilações, são indiscutíveis, podendo promover-se o regresso de Helder Barbosa. E o que fazer com Vieirinha, que tanto prometeu na última pré-temporada, para depois se eclipsar? Também se poderá encaixar o sevilhano Duda na equipa, parecendo-me uma excelente opção. Adriano e Postiga parecem-me intocáveis e, se pagamos 1,5 milhões pelo Mareque em Janeiro e o despachamos agora, convêm não fazer o mesmo com Renteria. Eu sei, também torço o nariz ao tipo, mas quem sabe, até pode ser que nos dê algumas surpresas (positivas). Bruno Moraes poucas condições terá de ficar, após as últimas declarações, claramente a forçar a saída. Precisavamos de mais um. Aceitam-se sugestões. Sem a opção for apenas e só interna, talvez Linz, adaptado ao campeonato português. Não temos, logicamente, a obrigação de vencer a Champions, mas se queremos vincar, de forma assídua, uma presença consistente na Europa, então temos que optar por um grande nome. E aqui pode encaixar Louis Saha. O problema é a motivação e provavelmente o ordenado obsceno que o francês aufere. Motivação nula, por mudar do mais excitante campeonato mundial para a Superliga, apesar do bónus de disputar a Champions. Numa aposta mais arrojada, pela idade do atleta, porque não Pauleta? Num contrato por objectivos, por uma época?
Importante: Nunca, em circunstância alguma, contratar, só para chatear os rivais, Carlos Martins (cruz credo) ou Miccoli (pequeno por pequeno, prefiro o Rui Barros que é mais magro).
Agora agradecia a vossa participação, numa salutar troca de ideias. Fico a aguardar...
20 de maio de 2007
Bicampeões
1. Ufaaaaaa! Deixem-me, antes de mais, suspirar profundamente de alívio. É um peso que desaparece, depois de uma maratona de 30 jornadas, sempre no comando. Já se sabia, pelos últimos resultados e exibições, que a equipa estava em quebra. As razões deverão ser dissecadas, mas mais tarde. Agora, é tempo de festa! Da genuína, daquelas que mostram que ser do Porto é mais do que pertencer a um clube. Mas que raio de sofrimento foi este, meus caros. Durante todo o dia. Ansioso, irritadiço, esperando pelas 19.15 horas. E o raio do relógio que não havia meio de avançar. O tempo de espera faz a imaginação disparar. "E se eles marcam primeiro?", pensava, incapaz de afastar estes temores que me assolavam cada vez mais. Finalmente, numa tarde que parecia interminável, resolvi aplacar algum do nervosismo. Sentei-me confortavelmente no sofá, liguei a net, fui ao youtube, e comecei a ver vídeos. Do Porto, claro. Recordei 1987, com o golo de Juary que me fez vibrar intensamente. Dei uma saltada a Sevilha (faz amanhã 4 anos que vencemos a UEFA) e passei por Gelsenkirchen. Tive tempo ainda de fazer coro, com os cânticos dos SuperDragões. Fez-me passar o nervosismo? Não, mas acentuou a importância de ser portista, de pertencer a este clube, de sofrer por estas cores, das razões históricas que nos fazem resistir, como se saídos da pena de Goscinny, o criador de Asterix. Não é uma comparação descabida. Tal como esses irredutíveis gauleses, também o Porto vive cercado pelo inimigo. Soa algo beligerante, mas é a pura realidade. Não tememos ninguém, muitas vezes lutamos com armas desiguais, mas julgo que é isso que nos molda, que nos faz ser diferentes. SER PORTISTAS! Um orgulho incomparável...
Para não variar, a jornada não começou bem. Como habitualmente, o golo madrugador do Sporting, que aos 20' já tinha resolvido o encontro. E o Porto que entrou tão mal. Nervoso, incapaz de segurar a bola, permitindo veleidades proibidas a um Aves, faça-lhes justiça, que lutou orgulhosamente pelo melhor resultado. Dois calafrios, uma pressão pouco acentuada e a ausência de oportunidades de golo aumentaram os níveis de ansiedade para limites pouco aconselháveis. Até que, saído dos pés mágicos de Quaresma, um cruzamento milimétrico para a cabeça de Adriano. "Já está!", exclamei, berrando com o meu filho ao colo. "Agora acalmamos e vamos sentenciar antes do intervalo", comentei para a minha esposa, imbuído de fé. Sol de pouca dura...3. O argumento desta Superliga parece ter sido escrito por um qualquer talentoso argumentista de Hollywood, capaz de aliar a acção a um suspense extremo. Golo do Aves, autêntico balde gelado na euforia reinante nas bancadas. E o Porto abúlico, incapaz de reagir. Prostrado no sofá, amaldiçoava a sorte, como se ela fosse a culpada de tudo. Intervalo. Tempo para carregar baterias. Porra, estava mesmo nervoso.
4.
Início da segunda parte e, como num pase de mágica, tudo resolvido em 3 minutos. Primeiro Lizandro, com a sua entrega habitual, a conseguir espaço para um remate letal. Quase nem deu tempo para comemorar. Canto e auto-golo de Jorge Ribeiro. 3-1 e os temores a desaparecerem, dando lugar a uma alegria incontrolável. Senti que estava ganho. O 22º da nossa rica história. O tão desejado bicampeonato. E, para terminar com chave de ouro, a oportunidade de consagrar um símbolo da casa, um atleta brilhante, um verdadeiro DRAGÃO: Vitor Baía! 700 jogos no maior escalão do futebol luso, 1o campeonatos vencidos, 31 títulos no total, que o tornam o mais galardoado a nível nacional. Uma despedida? Saber-se-á brevemente mas, por tudo o que nos fez viver, só me resta dizer um singelo OBRIGADO VITOR. Continuas a ser o maior de todos...
Hoje não é altura de escalpelizar a exibição, nem de destacar ninguém. Hoje é dia de festa, de comemoração. Hoje, foram todos autênticos heróis. Vencemos, e isso basta...
CAMPEÕES, CAMPEÕES, NÓS SOMOS CAMPEÕES!





