3 de agosto de 2008
Ao ritmo do tango
19 de julho de 2008
O caminho para o Tetra...
5 de agosto de 2007
Vitória
Este é mesmo um clube que só sabe ganhar. Sendo este um torneio quadrangular, e após o empate no jogo inaugural com a equipa da casa, os Dragões tiveram que esperar pelo final do jogo entre o Feyenoord e o Liverpool para comemorar a vitória neste prestigiante torneio. O único resultado que não interessava, logo após a robusta vitória sobre os cineses do Shanghai, era a vitória do Liverpool. E ela não aconteceu, saldando-se o confronto entre holandeses e ingleses por um empate a uma bola. Vitória justa, num Torneio que correu bem aos azuis e brancos, pese o nulo no jogo inicial. Jesualdo Ferreira deve ter tirado várias ilações, de modo a preparar o Porto para o 1º teste a sério, já no próximo sábado. Bom tónico este.
Classificação
Torneio de Roterdão - jogo II
Segundo jogo dos portistas, no Torneio de Roterdão, defrontando o 2º classificado chinês, uma equipa, dizem os entendidos, com bastante potencial para se tornar, a breve trecho, num dos colossos asiáticos. Se eles o dizem...
Jesualdo Ferreira escalou para o confronto o seguinte onze:
Hélton; João Paulo, Bruno Alves, Stepanov e Lino; Bolatti, Raul Meireles e Leandro Lima; Tarik, Farías e Mariano González.
3 de agosto de 2007
Torneio de Roterdão - Jogo I
No jogo inaugural do Torneio de Roterdão, coube ao Porto defrontar a equipa da casa, o Feyenoord, na denominada "banheira de Roterdão". O Porto abriu as hostilidades da seguinte forma:
Nuno; Fucile, Bruno Alves, Pedro Emanuel e Marek Cech; Paulo Assunção, Raul Meireles e Kazmierczak; Lisandro Lopez, Adriano e Ricardo Quaresma.
O Feyenoord, clube histórico da Holanda, conhecido por ter um público "demasiado" entusiasta, aposta forte neste época que se vai iniciar, depois de uma desastrada temporada sob a batuta de Erwin Koeman - deve ser mal de família - tendo contratado, entre outros, os veteranos holandeses Roy Makaay e Van Bronckhorst. No jogo de preparação anterior a este, os holandeses defrontaram e empataram com os milionários do Chelsea, numa prova de que constituem um grupo coeso e disposto a alcançar exitos já esta época.
A 1ª parte foi sensaborona, sem qualquer motivo de interesse, num paupérrimo espectáculo futebolístico, parco em emoções. O Porto, sem arriscar o que quer que fosse em termos ofensivos, limitou-se a gerir o ritmo do encontro, conseguindo frustrar as tímidas e denunciadas investidas da equipa da casa. Sem ocasiões de golo, pese alguns remates direccionados às balizas, foi com um suspiro de alívio que assisti ao apito do árbitro, indicativo de uma pausa para intervalo.
Se na 1ª metade as ocasiões de golo tinham sido uma miragem para o público - que não encheu o estádio - a 2ª parte iniciou-se praticamente com uma oportunidade soberana para os Dragões. Adriano, isolado, entra na área, descaído sobre o lado direito e, com tudo para alvejar com sucesso a baliza adversária, remata demasiado alto, gorando-se a possibilidade de inaugurar o marcador.Poucos minutos depois, foi a vez dos adeptos portistas susterem a respiração. Cruzamento para a área portista, Nuno fica a meio caminho e Hofland, pese a marcação que lhe era movida, a cabeçear à trave da baliza.
Numa equipa com demasiados médios de cariz defensivo, o futebol do Porto vivia de rasgos criativos de Quaresma e de saídas rápidas, não muito conseguidas, para o ataque. E é dessa forma que surge, pelos pés de Lizandro, a segunda clara ocasião de golo para os azuis e brancos. Rápido na desmarcação, o argentino desembaraça-se na perfeição do adversário directo e remata cruzado, com bastante perigo, vendo a bola sair a poucos centímetros do poste do Feyenoord. O lance soou como um despertador, com o Porto a conseguir, nos instantes sseguintes, mais dois lances de perigo. Adriano, primeiro, falha o desvio na cara do guardião adversário, e Quaresma, na resposta, em mais um lance onde demostrou todo o virtuosismo, a centrar com perigo.
Jesualdo, aos 67', mexe na equipa, numa evidente troca por troca. Sai o esforçado Paulo Assunção e entra o concorrente directo para o lugar, Bolatti. Aparentemente, o Porto continua a deter o domínio, mas desta feita reforçado com uma maior acutilância ofensiva - e já não era sem tempo - passando a maior parte do tempo instalado no meio-campo defensivo do adversário. Aos 75', dupla substituição nos portistas. Saem Lisandro Lopez e Adriano e entram Mariano Gonzalez e Ernesto Farías, que faz a sua estreia de dragão ao peito.
Daí até final poucos motivos dignos de registo. Entrou Leandro Lima, em substituição de Raul Meireles, e Tarik, para o lugar de Quaresma. Em termos de oportunidades, destaque apenas para uma fífia quase fatal de Nuno, salva em cima da linha de golo por Mariano Gonzalez. E pronto, foi tudo. Exibição escorreita, fazendo já alarde de uma boa mecanização defensiva, com a habitual solidez na defesa e meio campo a limitarem o perigo adversário, mas sem grandes rasgos de criatividade, ressentindo-se assim a parte ofensiva, que viveu apenas do esforço de alguns elementos. Em suma, um teste bastante difícil, que terá permitido a Jesualdo a obtenção de importantes ilações, sendo claramente visível que foi mais importante o teste do que o resultado.
Domingo, frente ao Shangai, haverá mais e, se o Porto tem pretensões a conquistar o troféu, a postura terá que ser forçosamente outra. À solidez defensiva, os Dragões terão que juntar um mortífero poder de fogo na frente de ataque. Vamos a eles!
29 de julho de 2007
Dispensados?...talvez não!
ataque, marcou um golo e tentou sempre ser participativo, o que nele não deixa de ser notável. Tarik surpreendeu-me…pela positiva. Para variação, até que nem foi mau. Dois golos plenos de oportunidade, uma presença efectiva durante toda a partida e aquela cavalgada, aos 88’, a desembaraçar-se da defensiva boavisteira para finalizar com classe.Pronto, se uma das lacunas apontadas ao plantel azul e branco era a falta de extremos, ela está resolvida. Mariano Gonzalez, estreando-se de dragão ao peito – e que lindas são aquelas camisolas – mostrou que se pode contar com ele. Mexido, interventivo, pode representar para o Porto o extremo gémeo de Quaresma. O cruzamento açucarado para a inauguração do marcador é elucidativo. Classe não lhe falta.
Confesso que vi com atenção apenas a primeira parte – é o que dá ter dois fedelhos cá em casa – mas a exibição portista deixou-me de água na boca. Não fosse a natural falta de mecanização e um desacerto enervante no último passo e os axadrezados seriam ainda mais humilhados no seu reduto. Volto ao início. Foi um jogo atípico. Lino, um dos potenciais mal-amados do plantel arrancou uma bela 2ª parte, com incursões cirúrgicas até à linha de fundo, mostrando dotes técnicos que desconhecia por completo. Chamem-me lírico, por tecer loas a uma equipa constituída essencialmente por segundos planos, mas gostei bastante de ver o Porto jogar ontem. Segurança notável a nível defensivo e um "killer instinct" que andava arredado, matando o jogo na altura certa.
Dos novos reforços, houve outro que me caiu no goto. Leandro Lima vem com aquela aura que rodeia os dotados tecnicamente, aqueles que desde tenra idade são apontados a dedo, como se pudessem vir a ser a “next big thing” futebolística. Num estilo gingão, em que o corpo franzino não camufla as doses industriais de técnica e habilidade, o brasileiro mostrou já algum do seu reportório. Fintas, passes e remates, numa apresentação como deve ser. Algo assim do género: “olá, sou o Leandro e sei fazer isto, isto e mais isto”! E se tinha água na boca, fiquei a babar-me, ao apreciar as carícias na bola feitas por alguém que, ou muito me engano, ou substituirá a curto prazo no imaginário dos adeptos Anderson.
Se o incontinente de um presidente de um qualquer clube da mouralândia diz que tem o melhor plantel da última década, nós daqui de cima mandamos avisar que, muito provavelmente, não teremos tal coisa. Mas, numa equipa sem Helton, Lucho, Stepanov, Bolatti – dasse, nunca sei se é com um ou dois tês – Farias, Quaresma e Bosingwa, somos bem capazes de destroçar quem nos desafiar. Vai uma aposta?
28 de julho de 2007
Boavista-Porto (prólogo)
26 de julho de 2007
Torneio Centenário da Atalanta - jogo 2

Nuno; Fucile, Bruno Alves, João Paulo e Marek Cech; Bolatti, Kazmierczak e Jorginho; Lisandro Lopez, Edgar e Ricardo Quaresma.
Torneio Centenário da Atalanta - jogo 1

local: Estádio Atleti Azzuri D'Italia, em Bergamo
resultado: Porto, 1 - Estrela Vermelha, 0
marcadores: Adriano
Torneio Centenário da Atalanta

22 de julho de 2007
Porto - Mónaco

18 de julho de 2007
FC Porto - Genk
15 de julho de 2007
Porto - Den Bosch (vídeo)
data: 14.07.2007
local: Estádio De Vliert, em S-Hertogenbosch (Holanda)
resultado: Den Bosch, 0 - FC Porto, 4
marcadores: Lisandro Lopez, Hélder Postiga (pen), Renteria e Tarik
Aí estão as imagens da robusta vitória portista, com os golos em plano de destaque. E, já que se fala em destaque, convêm ver, rever, apreciar e degustar convenientemente o fantástico trabalho de Renteria no 3º golo portista. Se tenho sido cáustico quanto ao valor do colombiano, é de extrema justeza incidir sobre ele, neste momento, os holofotes da ribalta. Penitencio-me pela descrença - aliás, quase generalizada entre os adeptos portistas - que tenho emitido sobre ele. A 2ª oportunidade, dada com sapiência por Jesualdo Ferreira, poderá - ainda estou algo descrente, confesso - mostrar que está ali o ponta-de-lança porque temos suspirado. Espero que sim.
14 de julho de 2007
Porto - Den Bosch
representou o mais difícil teste aos comandados de Jesualdo Ferreira, até esta altura. O Porto entrou praticamente a ganhar. Luis Aguiar isolou-se, permitindo a defesa do guardião adversário mas Lisandro, sempre oportuno, abriu o activo. O argentino tornou-se, minutos mais tarde, no protagonista pela negativa, ao receber ordem de expulsão. Apesar da inferioridade numérica, o Porto controlou a partida, mostrando-se mais acutilante na 2ª parte, com golos de Postiga, na marcação de uma grande penalidade, Renteria e de Tarik.11 de julho de 2007
FC Porto - SC Irene

7 de julho de 2007
Já rola a bola

27 de junho de 2007
Jogos de pré-temporada

26 de junho de 2007
Torneio de Roterdão
O FC Porto estreia-se na competição defrontando o Feyenoord às 19:45 (hora portuguesa) de sexta-feira, 3 de Agosto, jogando dois dias depois, pelas 16h45, com os chineses do Shanghai Shenhua FC. Os bilhetes para o torneio podem ser adquiridos através do «site» oficial da prova.

28 de maio de 2007
Jogo de Campeões
Caíu o pano sobre a época 2006/07. Uma época vitoriosa, vencedora, como é apanágio no clube. Nada melhor do que, como forma de consagração, juntar no mesmo palco não um, mas dois Campeões. De um lado, o brilhante vencedor da Superliga, mostrando aos seus adeptos o 22º título da sua história. Do outro, a formação oriunda de Matosinhos, o histórico Leixões e os seus militantes adeptos, ainda na ressaca de uma subida ao escalão máximo do futebol português. O resultado, nestas situações, é sempre o elemento menos importante. Para a história fica a vitória azul e branca, materializada bem cedo por Lizandro. Num Estádio em ponto de ebulição, empolgado com os feitos recentes dos seus ídolos, o jogo teve vários motivos de interesse acrescido:- Na guarda da baliza portista, VITOR BAÍA, realizando provavelmente o seu último joo de Dragão ao peito;
- Aos 60', a entrada do capitão, por direito próprio, regressado de uma lesão. PEDRO EMANUEL recebeu uma das ovações do dia;
- A merecida homenagem às modalidades amadoras, com particular destaque ao Basquetebol (vencedor da Taça de Portugal), Andebol (vencedor da Taça de Portugal) e Hóquei (Campeões Nacionais pela 6ª vez consecutiva);
- A homenagem, comemorando o 20º aniversário, aos heróis de Viena, que conquistaram a 1ª Taça dos Campeões Europeus em futebol para o clube.
Foi, como se constata, uma noite de emoções. É assim a vida gloriosa do Dragão!
FICHA DE JOGOFesta dos Campeões - 27 de Maio de 2007
Estádio do Dragão, no Porto
Árbitro: Rui Costa (Porto)
Assistentes: Serafim Nogueira e João Silva
F.C. PORTO: Vítor Baía «cap.», Bosingwa, Pepe, Bruno Alves e Fucile; Paulo Assunção, Raúl Meireles e Jorginho; Quaresma, Lisandro López e Adriano.
Jogaram ainda: Paulo Ribeiro, Ricardo Costa, Pedro Emanuel, Alan, Lucas e João Paulo.
LEIXÕES: Beto, Marco Cadete, Elvis «cap.», Nuno Silva, Hugo Morais; Jorge Duarte, Nuno Amaro, Pedro Cervantes, Filipe, Nandinho e Roberto.
Jogaram ainda: Fonseca, Ruben, Cleuber, Malafaia, Ricardo Jorge, Moita, Joel, Bruno China, Cristóvão, Cícero, Jorge Gonçalves, Alexandre, Leandro Tatu e Xavier.
Treinador: Vítor Oliveira
Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Lisandro (3min)




