O fim-de-semana foi, atipicamente, recheado de notícias. E que notícias. No Hóquei, única competição amadora ainda em curso, o Porto iniciou a defesa do título da melhor forma. No já mítico Pavilhão de Fânzeres, os comandados de Franquelim Pais cilindraram os opositores, vestidos de encarnado. 6-0, numa prova evidente da superioridade flagrante que os hexacampeões têm sobre qualquer rival interno. O Hepta é já a seguir...
O habitualmente conformista e conservador defeso nacional viu, com pasmo, a transferência de um internacional luso, de um clube para um rival. Falo, claro está, da saída de Postiga do Porto para latitudes mais a sul, envergando já na próxima temporada o leão ao peito. Algo comum noutros países, mas ainda com evidentes reticências morais em território nacional, o negócio representou uma excelente opção...para ambos os clubes.
O Porto porque, desde logo, se liberta de um jogador que tardava, ano após ano, em afirmar-se ao mais alto nível, com um salário dos mais elevados do plantel, recebendo 2.500 milhões de euros por 50% do passe. O Sporting, mesmo dispendendo uma quantia de certa forma avultada para os depauperados cofres leoninos, recebe um avançado de excelente técnica, presença habitual na Selecção das quinas, disposto a relançar a carreira.
Amanhã, dia 4, o País vai ficar suspenso, até ao anúncio da UEFA. A corja delatora que, num golpe execrável de denúncia difamatória e pidesca, procura garantir de forma desesperada aquilo que não conseguiu dentro do campo. São os métodos de sempre, agora usados por novos vigaristas e fracos, incapazes de se libertarem da menoridade intelectual em que vivem.
O Rui, do
Renovar o Porto, é que tem razão. São a escória do futebol português. E isso diz tudo. Aconteça o que acontecer, continuamos a ser melhores. E eles sabem disso...