26 de outubro de 2008

A Lei de Murphy

25 de Outubro de 2008
Liga Sagres 2008/2009
Estádio do Dragão, no Porto
assistência: 37.408 espectadores
árbitros: Paulo Baptista (AF Portalegre), José Braga e Carlos Pereira; Pedro Vilaça.

FC Porto: Nuno; Sapunaru, Rolando, Bruno Alves e Lino; Raul Meireles, Tomás Costa e Lucho «cap.»; Hulk, Lisandro e Rodríguez.Substituições: Lino por Candeias (32m), Sapunaru por Mariano (64m) e Rodríguez por Farías (75m).
Não utilizados: Ventura, Pedro Emanuel, Guarin e Fernando.
Treinador: Jesualdo Ferreira.

Leixões SC: Beto; Vasco Fernandes, Joel, Elvis e Laranjeiro; Bruno China «cap.», Hugo Morais, Roberto Sousa e Braga; Diogo Valente e Marques.
Substituições: Diogo Valente por Zé Manel (62m), Marques por Roberto (72m) e Braga por Sandro (88m).Não utilizados: Berger, Ruben, Diogo Luís e Nwoko.
Treinador: José Mota.

Disciplina: Amarelo a Joel (35m), Lisandro (37m), Sapunaru (64m), Braga (76m), Elvis (77m) e Beto (90m).
Golos: Bruno China (3m), Braga (29m), Lucho (36m g.p.), Lisandro (61m) e Braga (79m).

Porto. 21 horas. Estádio do Dragão. Não é um duelo de morte aquele que tem hora marcada. Nem será, numa linguagem mais belicista, a "mãe de todas as guerras". Mas é um jogo difícil. Tremendamente difícil, mais do que o nome do adversário deixa entender.

Do outro lado do ringue, um contendor forjado no sofrimento, na dureza da vida, na capacidade de sofrimento. Uma mera extensão na empatia que o clube tem com as gentes do Mar. Homens duros, de rostos causticados pelos golpes o destino, mas fazendo da não desistência a palavra-chave das suas vidas...

Todos nós, irmanados no amor incondicional pelo emblema do Dragão, queríamos que este jogo constituísse uma reconciliação. Com as vitórias. Com os grandes espectáculos. Jesualdo deu o mote. Afastando os habituais conservadorismos tácticos, libertando a equipa de grilhões defensivos, mudou a face do onze inicial.

Tirou o infatigável mas imaturo Fernando, colocando no seu lugar Meireles, capaz de oferecer outra dinâmica ao lugar de pivot defensivo. Optou pela racionalidade, abdicando do fetiche por Mariano Gonzalez, colocando no posto de médio direito Tomas Costa. E, por último, reforçou o peso atacante da equipa, dotando-a de capacidade de choque, poder de explosão e vivacidade, com a entrada de Hulk.

Os dados estavam lançados. Mas os caprichos da fortuna têm destas coisas, numa espécie de reedição da Lei de Murphy. "Se algo pode correr mal, correrá mal..."

Três míseros minutos para comprovar a teoria. Três. Depois de sistemáticas e repetitivas bolas aos postes dos adversários, em partidas anteriores, o que faltava acontecer a este Porto? Bem, a resposta foi dada por Bruno China, quando cabeceou sem oposição para o fundo das redes de Nuno. Vir de uma derrota e começar o jogo seguinte a perder. Os dados foram alterados.

E a inquietude tomou conta de muito boa gente. Seria este Porto de Jesualdo capaz de operar, uma vez que fosse, uma reviravolta no marcador?A equipa não se desuniu. Nem deu mostras de intranquilidade. Aproveitou o esperado acanhamento ofensivo do opositor para ganhar metros. Procurou utilizar a velocidade nos flancos, arma prioritária para desgastar a defesa que se antevia porfiada.

Lino e Rodriguez começaram a combinar na perfeição, procurando servir com as suas investidas atacantes Lisandro e Hulk. O uruguaio deu o mote, numa investida que é a sua imagem de marca. Técnica mesclada com raça. Valeu o corte in-extremis de um defesa, para canto. O Porto carregava. Lisandro tem um excelente movimento, dentro da área, rodopiando e rematando, para uma defesa segura de Beto.

O Leixões não se desunia. Cortava os caminhos para a baliza, mantinha a tranquilidade como apanágio de manutenção do seu jogo, espreitando sempre o contra-ataque. Mas Murphy, quem quer que tenha sido, era um profeta. Só podia...

Rolando, em posição privilegiada no ataque, falha um golo certo. Cruzamento perfeito de Hulk, para uma entrada de rompante do jovem central portista. A cabeçada, violenta, errou por pouco o alvo. E na resposta, novo e doloroso balde de água fria. Jogada de ataque leixonense, de uma simplicidade atroz, e Braga a aparecer completamente isolado perante um desamparado Nuno.

O Dragão assistia, incrédulo e de assobio fácil, ao aparente desmoronar de uma equipa. Golpe duro de encaixar, é certo, mas Jesualdo foi lesto na resposta.Tirou Lino, meteu Candeias. Baixava Tomas Costa para o posto de defesa-esquerdo, numa evidente prova de polivalência do médio argentino. A equipa puxou pelos galões. Rodriguez tem um disparo fenomenal, de fora da área, para uma defesa elástica de Beto. E, no negrume que se antevia, com as nuvens tempestuosas a convergirem para a Invicta, um raio de luz. De esperança. Mantendo a crença viva e palpitante.

Passe em profundidade para Hulk e este, procurando desenvencilhar-se de Joel, o seu marcador, é derrubado na área. Penalty claro. Inequívoco. E que El Comandante, com a frieza costumeira, converteu em golo.O intervalo chegou logo de seguida, cerceando a possibilidade de empate. 15 minutos de nervosismo. De ansiedade. Mas também de fé. Toneladas dela.

Foi um Porto esperado o que apareceu no relvado, na 2ª metade. Mais pressionante, empurrando o Leixões para a zona limite. Mas também um Porto menos clarividente, mais acossado pelo tempo. O único momento de frisson, nos 15 minutos que correram de forma galopante, foi uma escorregadela de Beto, escorregando ao deter um remate de Bruno Alves e, com isso, a quase introduzir a bola na própria baliza.

O pontapé no marasmo foi dado pelo inconformado Lisandro. Brilhante na desmarcação, soberbo na finta sobre o defesa adversário, mortífero no remate cruzado, provocou uma ebulição no Dragão. Golo magnífico, um anti-depressivo necessário, inoculado na altura certa. Com meia-hora para jogar, os 3 pontos eram finalmente vislumbrados no final do túnel.

O jogo entrou num período trepidante. Convencionou-se chamá-lo de "parada e resposta". E foi assim mesmo. Uma montanha russa de emoções. O Leixões revidava. O Porto ameaçava o terceiro. O último reduto azul e branco passou por novo calafrio. Balanceados para uma ofensiva total, descurada a cobertura das laterais, já com Mariano em campo, a servir de defesa-esquerdo, o Leixões introduz a bola na baliza de Nuno, pela terceira vez. Valeu a prontidão do fiscal de linha, anulando [mal] o golo aos pupilos de José Mota.

Não se tinham ainda esgotado os protestos, quando a melhor jogada colectiva da partida, tendo sempre como epicentro Lisandro, esbarra nas luvas de Beto. Um desenho geometricamente perfeito, com lateralizações rápidas, tabelinhas estudadas, colocando Licha na cara do guardião adversário. O "plastic-man" de Matosinhos agarrou o couro, mais uma vez.Beneficiando do claro adiantamento da equipa, o Leixões ia-se empertigando. E, quando as coisas correm bem a uns, pelos vistos correm bem até ao fim. Novo contra-ataque, o meio-campo do Porto totalmente desconjuntado, e Braga a fuzilar Nuno, obtendo um golo de belo efeito. Uma machadada cruel no ânimo de uma equipa que procurava, de forma denodada, o golo da vitória.

Novo golo do empate esteve perto, com um remate de Lucho a sair ao lado. A equipa era já um monte de remendos, desarticulada, lutando e correndo apenas pela honra. E, para quem já se tinha esquecido de Murphy, é sempre bom relembrar. "Se algo pode correr mal, correrá mal..."

O empate seria sempre um mal menor. Mas impediria a derrota. E, à beira do apito final, o poste - sempre o poste - entra em jogo, reclamando o protagonismo perdido. O remate de Lucho parecia destinado a minimizar a perda de pontos. Mas embateu nos guardiões da baliza do Leixões. Nunca, como hoje, se sentiu tanto que os Deuses da Sorte nos viraram as costas...O apito final apenas desligou a máquina. O Porto já estava derrotado. O Leixões vencia com inteira justiça.

Não faço mais comentários. Não por falta de respeito por quem visita - e comenta - neste espaço. Mas porque me habituei, sempre, a argumentar de forma racional. Algo que, actualmente, é impossível de conseguir. Por isso, prefiro não embarcar no imediatismo. No facilitismo. Não faltará quem peça a cabeça de Jesualdo, numa bandeja. Ou quem, como habitualmente, invective a SAD. Ou, outros, que aproveitem a queda para apontar erros na política de contratações. Eu não participo nesses linchamentos colectivos. Por uma questão de princípios...

Não que me ache uma espécie de provedor do Porto, ou um defensor intransigente da política da SAD. Também não sou um adepto fiel do modus operandi de Jesualdo. Mas, quando se colecciona a 2ª derrota caseira, em apenas 4 dias, o tempo será mais propício a uma meditação. A equipa, e a sua estrutura directiva, necessitam de calma. Para pensar. A época está longe de estar comprometida. Mas algo vai mal, muito mal, no reino do Dragão.

Melhor do Porto: Lisandro. Não pelo golo. Mas pela raça. Pela postura. Pelo cerrar dos maxilares. Por ter empunhado a flâmula da esperança. Por ter lutado. Quanto ao resto, a mediania do costume. Jesualdo mexeu, e bem, na equipa inicial. Deu o sinal que muitos reclamavam. Uma equipa mais ofensiva. Retirou Fernando, colocou Hulk. Mas com os dois golos concedidos, as mexidas soaram sempre a desespero. E a equipa, apesar da reacção, acabou totalmente perdida, desconjuntada, uma amálgama de erros que a colocaram à beira do precipício. Depois, foi só dar um passo em frente...

Arbitragem: Mal. Como de costume, nada de bom se pode esperar de Paulo Baptista, intérprete medíocre de apito na boca. Mas hoje, nem por aí se pode justificar o que quer que seja. O erro maior foi, inclusivé, favorável às nossas pretensões, com um golo - seria o 3º - mal anulado a Zé Manuel. Um disparate maior a juntar a uma série impressionante de lances mal ajuizados, com predominância no capítulo disciplinar.

Há noites assim. Tristes. Desencantadas. Apetecia-me não estar de serviço. Mandar a escrita "às urtigas". É demasiado doloroso escrever, numa espécie de repetição, sobre as incidências da partida. Estou anestesiado. Sinceramente, não sinto nada. Talvez uma pontada de desilusão. Mas, por mais paradoxal que pareça, estou conformado. E isso, mais do que a 2ª derrota caseira em 4 dias, é que me preocupa. A forma insidiosa como se chegou a este estado. Amorfos. Descrentes. Apáticos.

ps: Artigo publicado originalmente no Bibó Porto.

11 comentários:

dragao vila pouca disse...

Meu caro Paulo, uma nota prévia para dizer, que vou comentar, apenas com base no teu post e sem ler o que aqui já foi deixado, em comentário, pelos muitos, mais de uma centena, de participantes.

Vejamos: não estou de acordo quando dizes que o T.Costa jogou do lado direito. Não, quem jogou do lado direito, até à substituição do Lino pelo Candeias, foi o Lucho e o T.Costa jogou no meio ao lado Meireles e
sobre a esquerda. Portanto uma invenção.
Depois dizes que no segundo golo o Nuno estava desamparado. Até pode ser verdade, mas antes se tem saído à bola tinha tempo de resolver o problema. Não saiu, hesitou...e aí ficou desamparado e o jogador do Leixões só teve de escolher para que lado rematar.
Mas, onde a porca torceu o rabo e tu passas ao de leve, é, quando, com o T.Costa em grande pela esquerda, a trazer bolas e mais bolas para a frente, combinando bem com o Cebola, contribuindo decisivamente para o empate e o Leixões estava encostado às cordas, Jesualdo em vez de deixar estar mais algum tempo, resolve estragar tudo:tira o Sapunaru, mete o Mariano - vá lá saber-se porquê - e, pasme-se, para o lado esquerdo. Isto é, mexeu em dois lugares, quando se tem deixado o T.Costa, repito, estava em grande a defender e a atacar, e metia o Mariano na direita, só mexia em um. Coitado do Mariano no lado esquerdo, o Leixões viu o furo, passou a equilibrar, a atacar por ali, marcou um golo mal invalidado e chegou á vitória. Meu caro Paulo apesar da originalidade, não foi a lei de Murphy, foi a lei de Jesualdo.
Agora, tem de se perguntar, ou melhor, têm de perguntar os responsáveis do F.C.Porto em reunião com o treinador, se ele se sente capaz de dar a volta ao texto, pois isto é mau de mais para ser verdade.
Um abraço

Anónimo disse...

como estás, triste pereira????

toma um kompensam que isso passa, ou pelo menos alivia!!!

ou podes em alternativa por um bocadinho de halibut...
mais uma chapa 4, sim 4, deve doer!!!

aguenta e não chora.....
EMBRULHA....

Paulo Pereira disse...

Ó anónimo,

E sou um tipo que aguenta bem os desgostos desportivos. Não fui criado, como alguns burgueses, em tempo de vagas gordas. Por isso, nada do que acontece me preocupa por aí além...

Mas, nunca é demais dizê-lo, agradeço a tua constante preocupação comigo. É bom sinal...

Quanto ao Halibut, eis que finalmente dás uma ideia construtiva. E é isso que peço a quem comenta aqui. Na minha próxima visita à tua mãe, para a sodomização semanal de que ela gosta, vou-lhe pedir o cremezinho com que ela besunta o rabinho...

deko disse...

Para defender as bolas que vão fora e bater pontapés de baliza... até eu era GR do Porto !!

Preferia o Mariano à baliza...

Paulo Pereira disse...

Deko,

Nada tenho contra Nuno, mas tb eu não dei para esse peditório do gajo à baliza. A purga que levou Helton para fora dos convocados, como bode expiatório de todos os males, deveria envergonhar muito boa gente. Sobretudo iluminados que frequentam blogues de tendencia azul e branca...

Anónimo disse...

Penhoras ao Sporting e ao Benfica desapareceram

27.10.2008




As cópias de autos de penhoras efectuadas pela Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) a vários clubes de futebol, entre os quais o Sporting Clube de Portugal (SCP) e o Sport Lisboa e Benfica (SLB), desapareceram de um envelope selado que se encontrava na gaveta de uma funcionária da administração fiscal e foram substituídas por folhas para reutilizar na impressora.
A informação é dada pela própria funcionária da DGCI no âmbito do processo que decorreu no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa no seguimento da queixa do anterior director-geral dos Impostos, Paulo Macedo, relativa às fugas de informação da DGCI.
O desaparecimento dos documentos foi abordado pela primeira vez numa informação enviada em Outubro de 2005 ao então director-geral pelo director distrital de Finanças de Lisboa. Este responsável relata o desaparecimento de autos de penhoras feitas a clubes de futebol e, face à denúncia, Paulo Macedo pede à Judiciária para averiguar a situação. Mais tarde, já no âmbito da investigação do DIAP, é apresentado um ofício do director distrital de Finanças de Lisboa que não é mais do que o relato feito pela funcionária do fisco a quem alegadamente foram roubados os documentos.
A funcionária explica que lhe foi entregue um mandado de penhora em nome do executado SCP e que, no seguimento desse mandato, foram executadas diversas penhoras ao clube. A funcionária diz ainda que fez três cópias do documento. Arquivou uma cópia junto ao processo que decorria naquela direcção de finanças; outra no arquivo mensal da equipa a que pertence; e uma outra num envelope onde já se encontravam cópias de outras penhoras a clubes de futebol, nomeadamente ao SLB. A funcionária garante ainda que o envelope se encontrava fechado com fita-cola.
Mas o inesperado aconteceu. Foi solicitado à funcionária informação sobre as ditas penhoras efectuadas ao Sporting e ao fazer essa informação tentou juntar a documentação. Mas tal não foi possível, porque o processo estava na sua mala pessoal, que tinha, naquele dia, deixado em casa. E foi então procurar o envelope com as cópias que tinha deixado na sua secretária. O envelope estava onde o deixou, mas toda a documentação que lá tinha deixado tinha sido substituída por um volume de folhas já impressas e que se destinavam a ser reutilizadas.
Perante este relato dos acontecimentos, a funcionária foi chamada a depor no DIAP, tendo reafirmado os mesmos factos, acrescentando que não se tinha apercebido que os documentos tivessem sido usados. Disse ainda que não tinha como identificar o autor do roubo porque as suas gavetas estavam abertas e trabalhava num espaço aberto com mais 25 pessoas.
O DIAP concluiu que, apesar de poder estar perante um crime de furto, não havia elementos que possibilitassem a identificação do seu autor e arquivou o processo. V.C.

O director-geral dos Impostos, Paulo Macedo, pediu à Judiciária uma investigação sobre o caso dos autos

Publico 27/10/08

Anónimo disse...

estimado triste pereira!!!
enquanto algumas têm direito a uma sodomização semanal, tu já levas duas!!!! gostaste????

e estás preparado para mais uma???

Paulo Pereira disse...

Meu caro, isso deves perguntar à tua mãezinha....

Eu cá estou sempre em paz, na hora da vitória ou derrota. Tu, ao invés, salivas de antecipação, qual demente, com meras derrotas dos teus ódios de estimação.

E é isso que, como te disse, dá gozo. Saber-te dependente de um mísero resultado para seres feliz. Algo que, como é bom de ver, está longe de acontecer. É que vivendo da forma como vives, é sempre saboroso saber que as continuas vitórias portistas te transformaram num ser amargo, mesquinho.

Imagino as tuas trombas, qd fomos campeões. Ou, melhor ainda, qd nos viste a erguer a Champions ou a UEFA. Foste tu que falaste em sodomização?

AZUL DRAGÃO disse...

Paulo :

Bela e fiel resenha do jogo.



Abraço

Anónimo disse...

ó triste pereira!!!

obviamente que temos muito gozo com a tua escrita...diria mais, atingimos mesmo leituras orgásmicas....por isso escreve mais, a malta gosta...

o que deu mesmo gozo, mas gozo a sério, foi imaginar a tua alegria quando o teu presidente (em conferencia de imprensa) assumiu os actos de corrupção!!!

essa alegria ninguem te tira, nem quero......

pq tb o marselha, a juventus e outros que tais, foram campeoes da treta...e da maneira que a gente (séria) sabe! ó meu triste...
por isso

desejo-te muitas alegrias...DAQUELAS QUE SÓ VCS CONSEGUIRAM ATINGIR E ASSUMIR(CORRUPÇÃO). PARABENS !!!!

DESSAS ALEGRIAS DISPENSO....

Paulo Pereira disse...

Ó meu caro,

Que escrevo bem, é um dado adquirido. Que te provoco eventualmente alguns orgasmos é algo que passaria bem sem saber. Mas, onfesso, já suspeitava, perante a tua patética insistência em leres o que escrevo, bebendo avidamente cada palavra minha.

Qt ao resto, seria demasiado fastidioso tentar que tu percebas o que é um autista. E, como eu não sou bom a desenho, não te poderei elucidar mais do que te dizer que vives num Mundo só teu, com factos que crias e adaptas consoante as tuas necessidades...

Calabote, meu caro, só houve um. E, por sinal, já foi enterrado. Curiosamente, ou talvez não, deixou-vos a mamar no dedo. Por muitos e bons anos...

Mas, como diz a tua mamã, mais vale mamar no dedo...